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Os gatos na história

Ninguém sabe ao certo quando os gatos apareceram pela primeira vez na superfície da terra.

Há indícios de que eles são descendentes do Miacis, animal que viveu entre 40 a 50 milhões de anos atrás.

Acredita-se que o Miacis seja também o ancestral comum de todos os carnívoros terrestres, incluindo cães e gatos.

Mas aparentemente os gatos já existiam por milhões antes do aparecimento dos primeiros cães.

Talvez o mais conhecido ancestral dos gatos seja o Smilodon, conhecido como Tigre de Dentes de Sabre, já extinto.

Os gatos no mundo antigo

As primeiras interações entre humanos e gatos aconteceram no final da Idade da Pedra. Mas levou muitos séculos para que os gatos se estabelecessem como animais domésticos.

Há cerca de 5.000 anos atrás os gatos eram membros aceitos das casas egípcias. O povo egípcio usava os gatos para caçar peixes e pássaros, bem como para exterminar os ratos que infestavam os silos de alimentos espalhados ao longo do rio Nilo.

Os gatos eram tão úteis que havia leis que os protegiam. O culto à figura do gato no Egito decorre dessa utilidade e perdurou por mais de 2.000 anos.

A deusa gato Bastet – também chamada de Bast ou Pasht – tornou-se uma das figuras mais adoradas da época. Ela era representada com a cabeça de um gato. Logo, todos os gatos foram considerados sagrados para os egípcios.

Após a morte de um gato, seu corpo era mumificado e enterrado em um cemitério especial. Um cemitério encontrado nos anos 1800 continha os corpos preservados de cerca de 300.000 gatos.

Gatos na Idade Média

O destino dos gatos sofreu uma mudança radical na Europa durante a Idade Média.

O gato tornou-se um objeto de superstição e associado ao mal. Acreditava-se que os gatos possuíam poderem de magia negra, associados às bruxas e talvez sendo a própria encarnação do demônio.

Pessoas que possuíssem um gato eram suspeitas de bruxaria e muitas vezes eram mortas juntamente com eles.

Os gatos eram caçados, torturados e sacrificados. Nas festas religiosas, um grande número de gatos era queimado como parte das celebrações. Gatos vivos eram selados dentro de paredes em casas e prédios em construção porque se acreditava que isso traria boa sorte.

À medida em que a população de gatos diminuía, crescia a de ratos, fator que constribuiu grandemente para o crescimento das pragas e outras epidemias através da Europa.

Em torno do século 17 os gatos retomaram seu espaço como companhia doméstica e caçador de roedores.

O Cardeal francês Richelieu ficou conhecido por seu amor aos gatos.

Muitos escritores, particularmente na França e na Inglaterra, começaram a usar os gatos como animais de companhia e, como consequência, a escrever sobre as suas boas qualidades. Foi o suficiente para tornar fashion possuir um gato, em especial os de pelagem longa.

No final dos anos 1800 os shows de gatos começaram na Inglaterra e nos Estados Unidos, onde os fã clubes se estabeleceram.

Muitas das superstições que surgiram nesse período ainda são perceptíveis até hoje. Quem nunca ouvir que “gato preto atravessando a rua é sinal de má sorte”?

Os gatos nas artes

O gato tem sido uma das inspirações favoritas dos pintores e escritores por séculos.

Talvez as melhores representações artísticas do gato sejam as da deusa egípcia Bastet. Esculturas antigas e desenhos da sua imagem com a cabeça de gato foram encontradas em muitos locais no Vale do Nilo.

Os artistas japoneses são exímios pintores e escultores de gatos. Alguns dos seus desenhos são tão realistas que parecem mágicos.

O povo japonês acredita que não apenas o gato mas também suas representações artísticas são capazes de manter os ratos afastados das casas e templos.

Talvez a representação artística japonesa mais famosa de um gato seja o Maneki-Neko, um pequeno gato que, acredita-se, tenha o poder de trazer felicidade e boa sorte.

Os budistas japoneses veneram os gatos após sua morte, e o templo de Go-To-Ku-Ji  em Tókio é dedicado a eles.

Sacerdotes que trabalham no templo entoam cantos pelas almas dos felinos mortos.

Esculturas e pinturas de gatos lotem o templo. Em todas elas, os gatos estão com uma das patas para cima, como se estivesse cumprimentando, a pose clássica do Maneki-Neko.

Os gatos vem sendo retratados em muitos trabalhos de grandes artistas, incluindo Leonardo da Vinci, Albrecht Durer, Paul Gauguin, Theodore Gericault, William Hogarth, Edouard Manet, e Pablo Picasso.

Paul Gauguin – The Great Cat

Provavelmente o gato mais famoso do mundo seja Félix, o Gato, estrela do desenho animado. Tom e Jerry faziam uma grande dupla.

Músicos como Gioacchino Rossini e Maurice Ravel também homenagearam o gato em suas composições.

Fábulas e contos sobre gatos são parte da cultura da maioria das pessoas: Jean Costeau, Stephen King, Jean Paul Sartre, Jack Kerouac, Ernest Hemingway e Edgar Allan Paul são apenas alguns exemplos.

Fonte: http://www.lookd.com

 

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