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Março Amarelo

O diagnóstico de Doença Renal Crônica (DRC) é bastante comum nos consultórios veterinários. A má notícia é que a identificação da doença costuma ocorrer tarde demais, quando as alternativas disponíveis de tratamento já não são capazes de manter ou mesmo prolongar a vida dos cães e gatos.

Março foi o mês escolhido internacionalmente como o de cuidado e prevenção das doenças renais em humanos. E os pets vieram de carona nessa iniciativa.

A data não foi escolhida por acaso. No dia 10 de março comemoramos o Dia Mundial do Rim.

Alguns  cães  e  gatos,  nas  fases  iniciais  da  insuficiência  renal  crônica,  podem  não apresentar sintomas que indiquem a DRC. Por esse motivo, a realização de check-ups é a única iniciativa capaz de detectar essa e outras enfermidades em seu início.

Se não diagnosticada a tempo, a DRC tem consequências desastrosas para os pets, pois sua evolução provoca lesões irreversíveis nos rins, que progressivamente vão parando de exercer as suas funções.

Os sintomas são diminuição do apetite, com consequente perda de peso, aumento da sede e do volume de urina produzida, sonolência, cansaço, halitose, anemia, inflamações e úlceras bucais, cistite, diarreia, vômito, queda de pelo e sangue na urina.

A boa notícia é que a DRC pode ser identificada em seu estágio inicial através de exames feitos em consultório.

“Algumas raças caninas são mais predispostas geneticamente à DRC”, informa o MV. Luciano Granemann “tais como Lhasa Apso, Yorkshire, Shit Tzu, Maltês e Poodle”.

Ainda que atinja cães e gatos, a DRC é três vezes mais frequente em gatos. Estima-se que de 20 a 50% deles com mais de 15 anos tenham DRC em algum grau.

Nem sempre é fácil perceber que o gato está doente, principalmente nas fases iniciais da doença. Por isso é fundamental que, caso ele tenha DRC, que seja feito o diagnostico o quanto antes para maior sobrevida e qualidade de vida.

“Muitos tutores de gatos costumam evitar as consultas de rotina em função do comportamento agressivo dos seus animais, o que é um grande erro. Nestas situações, a DRC costuma ser diagnostica já em seu estágio avançado, quando os protocolos de tratamento são bem mais restritos”, complementa Luciano. “Por isso o check up anual é tão importante”, reforça.

A recomendação é que pelo menos uma vez por ano os animais de estimação visitem o veterinário e façam exames de rotina. Com o avanço da idade, as visitas podem ficar mais frequentes.

Devem fazer parte do check up anual do seu pet, seja ele cão ou gato, exame de sangue, urina, ultrassom de abdômen e mensuração da pressão arterial. Dependendo dos resultados,  outros exames podem ser realizados para confirmar ou descartar o diagnóstico.

 

CAO.COM

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